Um muçulmano cai sentado em cima de um cavaleiro templário. Qual o nome do filme? "Cruzada”! Hehehe. Morou? Caiu sentado... cruzada... templário... Hehehe... er... aham!...
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E a Coréia do Norte fez mais um teste nuclear, apesar das pressões da ONU. Bom, o tal ditador "Pingpong" (ou algo assim) sempre esteve pouco se lixando pra ONU, AIEA, EUA e todas essas siglas bonitas.
O que eu acho uma tremenda hipocrisia é a ONU e os países dito "desenvolvidos" se sentirem indignados e preocupados com as "consequências catastróficas" dessa brincadeira quando, na verdade, estão é com medo de que esses "paisezinhos" subam num banquinho e apontem o dedo para eles de igual pra igual.
Isso fica ainda mais evidente quando a gente ouve falar das visitas dos "técnicos" da AIEA (agência atômica da ONU) nos "países baixos", mas não vê nenhuma visita, tampouco o desmanche de armas nucleares nos Estados Unidos, Inglaterra, França, etc.
É aquela história: "o guarda vigia...mas quem vigia o guarda?".
Mas a ONU é a única coisa que temos pra "vigiar" essa merda toda. Então a gente fica aqui, vendo um só lado da moeda e fazendo de conta que tá tudo bem. Por enquanto.
Claro, não sou a favor de petardos (uia!) de nenhum tipo, embora quarde "inside" um desejo irresistível de ver este mundinho bunda ardendo em radiação, pra largar de ser besta.
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"Que belo par de pernas!...Que horas abre?"
Hehehe. 8)
No colégio, eu sempre detestei Química. Química e História. Química, História e Geografia. Apesar de ter sido CDF até a sétima série, essas matérias sempre foram na base do "decoreba". Mas Química sempre foi a matéria mais odiosa. Um saco ficar calculando massa, moles, ligação iônica, ácidos, bases. Argh!¬¬
Então que, vadiando na net, eu descobri essa divertida animação baseada nos elementos químicos.
Ela mostra o Oxigênio tentando se relacionar com seus amiguinhos, como Hélio, Ferro, Bario e Hidrogênio. Uma pequena aula de química disfarçada em um vídeo bem legal.
Está em inglês, mas dá pra ter uma idéia do que acontece. Pros mais preguiçosos, aqui vai algumas dicas do que rola nas aventuras do Oxigênio:
1 – O Hélio (He), é um gás nobre e, teoricamente, não forma compostos. Por isso ele "repele" o Oxigênio;
2 – Ferro (Fe) e Oxigênio (O)...todo mundo sabe o que acontece e é auto-explicativo;
3 – Bario (Ba). O Bario é um dos elementos usados na fabricação de fogos de artifício. Ele é o responsável pela cor verde, nas explosões coloridas.
4 – Hidrogênio (H). Também não precisa de comentários.
Vale a pena dar uma olhada. Ah, se existissem esses vídeos no meu tempo de escola!...
Oxygen from Christopher Hendryx on Vimeo.
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Como todo mundo, eu gosto de música. Como todo mundo, também, eu não gosto de certos tipos de música. E, por último, há músicas que simplesmente não me atraem, mas não posso dizer que não gosto. Posso dizer o mesmo dos músicos. Não gosto do Milton Nascimento, do Caetano Veloso, da banda Jota Quest, dos Rolling Stones, do Led Zeppelin, etc. Claro, uma música legal aqui, duas acolá, eu até curto. Mas não passa disso.
Contudo, não dá pra dizer que esses artistas, desprezados pela minha iluminada e sensata e experiente opinião musical (cof, cof) são ruins. Pelo contrário, são profissionais talentosos e reconhecidos pelo público e pela crítica. E reconhecidos por mim, também. Por isso, eu posso até não gostar deles, mas tenho um grande respeito por todos.
E, entre esses artistas (respeitados, mas não "curtidos") está a banda Paralamas Do Sucesso. Eu até cheguei a curtir as músicas da banda. Mas isso foi lááá no tempo em que "Vital passou a se sentir total, no seu sonho de metal". De "Alagados" pra cá, não gostei de mais nada deles.
Pois bem. Isso não interessa e nem é o que eu quero falar. Mas é sobre "os Paralamas". Todo mundo sabe do acidente ocorrido com o Herbert Vianna em 2001, durante um vôo de ultraleve, onde ele perdeu a esposa e, desde então, passou a "voar baixo" numa cadeira de rodas. Eita, piadinha podre e de mau gosto essa. Agora já foi.
A questão é que, depois do acidente, o papo do Herbert ficou muito "transcedental". Não sei se é alguma sequela "emotiva" do acidente, ou ele sempre foi assim e eu é que resolvi pegar no pé do cara só agora. Mas, dá uma olhada em alguma entrevista dele e veja se eu não tenho razão. Uma enrolação subjetiva e "extrasensorial", onde ele fala, fala, fala, mas não diz nada. Pra mim, vê-lo sendo entrevistado virou um verdadeiro pé no saco. Coisas do tipo:
_Herbert, como foi produzir esse novo disco?
_O disco foi feito com uma sinergia entre a gente, um trabalho cheio de cores, de pequenas porções da alma de cada um, numa mistura cármica da banda como um todo, tentando ao máximo passar para o público pelo menos uma parte de todo esse sentimento sincero, que a gente foi acumulando, guardando em nossos corações, desde que voltamos da última excursão pela américa latina, trazendo as nuances...toda essa carga cultural do povo latino, esse calor, essa mágica que nos foi muito valiosa pra que pudéssemos fazer desse trabalho algo conciso e cheio de musicalidade de diferentes tons...
_Hã...Ah, tá!...
Uma entrevista com ele dura só duas perguntas porque ele viaja muuuito. Mesmo com tudo isso, eu admiro bastante a força do cara e da banda.
...Mas, que ele ficou meio "viajandão", ficou! 8)
Obs: A entrevista acima, que fique claro, não existiu. É apenas um exemplo porcamente exagerado (e descarado) de minha parte.
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Tem muita música boa por aí. Muitas fazem sucesso por causa da letra ou da melodia ou por causa do intérprete. Ou por tudo isso junto. E alguns desses sucessos são canções esquecidas no disco de alguém.
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